Archive for Julho 1st, 2008

NIETZSCHE: A TRANSVALORAÇÃO DOS VALORES

Os conceitos marxistas de ideologia e alienação denunciam as ilusões do conhecimento:
as “verdades” da classe dominante, impostas como universais, são antes o produto das condições materiais de produção. O fundador da psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), ao criar, por sua vez, a hipótese do inconsciente coloca em xeque a crença racionalista segundo a qual a consciência humana possui controle sobre os desejos: antes disso, o indivíduo reage às forças conflitantes de suas pulsões sem conhecer os determinantes de sua ação (o papel da psicanálise seria ajudar o indivíduo a tomar consciência de seus desejos reprimidos, auxiliando-o na superação do
comportamento neurótico).
A filosofia de Friedrich Nietzsche (1844-1900) não se confunde com o pensamento de Marx ou Freud, mas compartilha com eles algo crucial: a destruição – a golpes de martelo, como dirá o próprio Nietzsche – da ilusão da certeza. É, afinal, a crise da racionalidade moderna que se anuncia na obra desses pensadores.
Nietzsche coloca-se contra toda filosofia sistemática, de Platão a Hegel. Aliás, ele subverte a noção tradicional segundo a qual a filosofia teria surgido com a superação do pensamento mítico. Ao estudar a transição do período arcaico ao clássico da Grécia Antiga, Nietzsche nota a existência de dois princípios contraditórios que, no entanto, se
contrabalançavam e se completavam mútua e dialeticamente. Assim, ao “espírito apolíneo” contrapunha-se o “espírito dionisíaco”, ou seja, no lado oposto à racionalidade ordeira encontrava-se o excesso festivo e a embriaguez.
O objetivo de Nietzsche?
Suprimir a base, a partir do qual os valores da tradição cristã foram erigidos, demolir seu fundamento metafísico (que nada prova) e demonstrar, de um lado, a historicidade de valores que se fizeram passar por universais e, de outro, como sua construção, afinal, não é divina, mas humana, demasiado humana. E mais do que isso: pretende demonstrar como os valores da tradição socrático-cristã são niilistas, pois depreciam a vida e desprezam o corpo (Saiba Mais). A
alma, continua Nietzsche, foi forjada “para arruinar o corpo”. O “mundo verdadeiro” da metafísica é o “atentado mais perigoso contra a vida”, é a “máxima objeção contra a existência”. É preciso, então, suprimir o além, restabelecer o equilíbrio entre os valores vitais (“espírito dionisíaco”) e a razão (“espírito apolíneo”), combater e inverter os valores da tradição cristã para que surjam outros, afirmativos da vida. A essa empreitada, Nietzsche chama “a transvalorização de todos os valores”.
A “morte de Deus” presente no pensamento nietzschiano, significa, enfim, a ruptura com o modelo de pensamento metafísico, baseado na dicotomia entre aparência e realidade, falsidade e verdade, bem e mal. Todo conhecimento, portanto, é resultado de uma construção resultante também de interesses e condicionamentos subjetivos, sujeitos a impulsos e anseios.
O conhecimento, desse modo, resume-se à interpretação, à atribuição de sentidos, sem jamais constituir-se em uma explicação definitiva da realidade. Os sentidos, por sua vez, são atribuídos a partir de uma escala de valores que se quer promover. O papel da filosofia é, pois, interpretar a história da formação dos valores, identificando os diferentes processos de formação de um texto, observando suas lacunas e seus espaços em branco, desmascarando a pretensa
universalidade de “verdades” que, no fundo, são historicamente construídas.
Para Nietzsche a verdade é: “Um batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim, uma soma de relações humanas, que foram enfatizadas poética e retoricamente, transpostas, enfeitadas, e que, após longo uso, parecem a um povo sólidas, canônicas e obrigatórias: verdades são ilusões, das quais se esqueceu que o são.”
Sintetizando, Nietzsche ao colocar em questão o valor dos valores, procura demonstrar que a pretensa universalidade dos valores da tradição socrático-cristã não passam de uma construção histórica cujos frutos são nocivos à vida. A transvaloração de todos os valores é, finalmente, a coragem de erigir novos e humanos valores, voltados para o florescimento e intensificação da vida humana.

Add comment Julho 1, 2008

CERTAS COISAS DA VIDA

Um dos grandes defeitos que praticamente todos temos, é sempre estarmos mais atentos a nossos umbigos, do que às necessidades alheias. Realmente, é muito comum querermos que os outros estejam sempre atentos a nossos quereres, sempre estarmos a exigir a atenção para nossos desejos, querendo que sejam atendidos. Esquecemo-nos muitas vezes de pensar que nem sempre podemos ser atendidos. E muitas vezes nos magoamos com isso.Porém, ao exigirmos isso dos outros, será que estamos fazendo nossa parte? Ou seja, estaremos nós atentos ao que se passa com os outros? Estaremos dando a devida atenção aos desejos alheios? Ou será que, preocupados com nossos problemas, com o que ocorre conosco, não estaremos fechando os olhos e o coração para os outros, que, certamente apreciariam a nossa atenção para com eles.Se à nossa vida falta poesia, falta amor, falta carinho, é necessário que, antes de começar a criticar o mundo que tudo nos está negando, façamos um exame de consciência para saber qual o nosso grau de culpa nessa atitude hostil para conosco. Não estará em nosso interior a causa de tudo?É imprescindível perguntarmo-nos se estamos procurando doar algo de nós. Se estamos dando às pessoas de quem reclamamos atenções e carinho, essa mesma atenção, esse mesmo carinho. A vida é uma eterna troca, é uma longa estrada de mão dupla. Tudo aquilo que passamos por uma das vias da estrada, receberemos de volta. Geralmente (claro que nem sempre ocorre essa troca, pois alguém, muitas vezes deixa de fazer uma entrega adequada), se passarmos amor, compreensão, apoio, carinho, deveremos receber tudo isso de volta.Porém, se pelo contrário, egoisticamente nos fecharmos em nosso mundo, e só passarmos a cobrar tudo de todos, acabaremos por receber reações hostis. É normal que isso aconteça. Se só passarmos cobranças, receberemos igualmente cobranças.Não vale a pena também ficar armazenando mágoas. Se acharmos que alguém nos magoou, sempre é necessário verificar se isso foi feito voluntariamente ou não. A única maneira de se dirimir uma dúvida, é uma conversa franca e direta.Essa conversa deve ser feita na primeira oportunidade, e o mais rapidamente possível, pois se a formos protelando, mais a mágoa crescerá dentro de nós, e o causador, voluntário ou não, esquecer-se-á do ato praticado. Devemos ter presente que, da mesma maneira que alguém nos fere, também podemos ferir alguém sem o perceber. E vai se formando uma bola de neve, que por vezes leva tudo de roldão.Por vezes, quem nos magoou, não se apercebeu do fato e continua agindo da mesma maneira. Nada falamos. Nossa mágoa aumentando. A raiva crescendo dentro de nós. E o outro sequer nota, o que mais aumenta a mágoa, que com o correr do tempo se transforma em raiva, e acaba virando ódio.Um dia descarregamos tudo. Todas as frustrações. Todas as raivas. E ficamos estarrecidos ao descobrir que do outro lado também existiam queixas. Também o vínhamos ferindo e, fechados em nossa raiva, não notávamos o movimento na estrada de mão dupla. Até acontecer o acidente fatal. E se não houver uma dose de equilíbrio muito grande, as coisas podem tomar rumos inimagináveis.Quantas boas amizades terminaram por causa disso. Houvessem dialogado antes, tudo poderia ser esclarecido. Um pedido de desculpas, uma mudança de atitude e quantos aborrecimentos teriam sido evitados.Mágoas nunca devem ser armazenadas. Dúvidas sempre devem ser dirimidas. Diálogo é a palavra de ordem. É o que gera o entendimento, a compreensão.A propósito, recebi uma mensagem do nosso inesquecível Charles Chaplin, que define bem o assunto. Vejam:”Esquecendo os erros do passado construímos nosso novo mundo. Talvez nos falte poesia…Talvez nos falte amor. Mas com certeza podemos dar um pouco mais, pois com certeza o amor que não damos é o mesmo que não recebemos. E talvez mirando-nos em exemplos de coragem, trabalhando pela paz e compreensão entre os homens, possamos um dia erguer os olhos novamente” .

Texto enviado por Iracema – http://cid-23395ebdef1592b5.spaces.live.com/?mkt=pt-br&partner=Live.Spaces
obrigada pelo texto e pelas visitas =)

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Oque a vida te dá?

Se a vida te da limões,
faça uma limonada.

E viva a Dani =)

Unica leitora do meu blog, ela o seco e o jota

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Humberto Eco

O AUTOR E SUA OBRA:

Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932) é um escritor, filósofo e lingüista italiano. Eco é mundialmente reputado por seus diversos ensaios universitários sobre a semiótica, a estética medieval, a comunicação de massa, a lingüística e a filosofia. É, também, titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de Ciências Humanas na Universidade de Bolonha, além de colaborador em diversos periódicos acadêmicos, colunista da revista semanal italiana L’Espresso e professor honoris causa em diversas universidades ao redor do mundo. Eco é, ainda, notório escritor de romances, entre os quais O nome da rosa e O pêndulo de Foucault. Umberto Eco iniciou a sua carreira como filósofo sob a orientação de Luigi Pareyson, na Itália. Seus primeiros trabalhos dedicaram-se ao estudo da estética medieval, sobretudo aos textos de Santo Tomás de Aquino. A idéia principal defendida por Eco, nesses trabalhos, diz respeito à idéia de que esse grande filósofo e teólogo medieval, que, como os demais de seu tempo, é acusado de não empreender uma reflexão estética, trata, de um modo particular, da problemática do belo. A partir da década de 1960, Eco se lança ao estudo das relações existentes entre a poética contemporânea e a pluralidade de significados. Seu principal estudo, nesse sentido, é a coletânea de ensaios intitulada Obra Aberta (1962), que fundamenta o conceito de obra aberta, segundo o qual uma obra de arte amplia o universo semântico provável, lançando mão de jogos semióticos, a fim de repercutir nos seus intérpretes uma gama indeterminável porém não infinita de interpretações. Ainda na década de 1960, Eco notabilizou-se pelos seus estudos acerca da cultura de massa, em especial os ensaios contidos no livro Apocalíticos e integrados (1964), em que ele defende uma nova orientação nos estudos dos fenômenos da cultura de massa, criticando a postura apocalíptica daqueles que acreditam que a cultura de massa é a ruína dos “altos valores” artísticos – identificada com a Escola de Frankfurt, mas não necessariamente e totalmente devedora da Teoria Crítica -, e, também, a postura dos integrados – identificada, na maioria das vezes, com a postura de Marshall McLuhan – para quem a cultura de massa é resultado da integração democrática das massas na sociedade. Eco promoveu vários estudos sobre os fenômenos atuais da cultura popular. Um desses estudos foi sobre os romances do superespião James Bond, escritos por Ian Fleming. Eco pretendo mostrar as estruturas latentes no romance popular , revelando as regras que regem a estrutura narrativa desses romances. O sucesso popular desse tipo de romance, segundo Eco, só é possível por que a própria Massa dá seu consenso a ele. Ou seja, a Massa não só aceita a estrutura do romance popular – que é consoladora – como as aprova e pede “bis”.
Eco diz ainda que esses elementos de consolação não só servem de instrumento de “escape” da realidade como ainda induzem a massa em uma determinada realidade que é induzida pela própria estrutura do romance popular.
Para entendermos melhor, segue abaixo o esquema (estrutura) apresentado por Eco:
A- M confere uma missão a Bond;
B- O Vilão aparece…
C- Bond impõe um primeiro obstáculo ao Vilão ou o Vilão impõe um primeiro
obstáculo a Bond;
D- A Mulher aparece;
E- Bond conquista a Mulher;
F- O Vilão captura Bond;
G- O Vilão tortura Bond;
H- Bond golpeia o Vilão;
I- Bond, convalescente, desfruta da Mulher e em seguida a perde.
Eco percebeu que todos os romances de Fleming sobre Bond possuem o mesmo esquema que, mesmo em outra seqüência, serão repetidos todos os elementos dessa mesma estrutura. Eco ainda sugere que mesmo a visão ideológica apresentada por Fleming (a Guerra Fria, a União Soviética contra o Mundo Livre) é determinada pela exigência da cultura de massa, que, por sua vez, endossa as opiniões do autor.
Enfim, pode-se aplicar o esquema (ou estrutura) proposto por Umberto Eco em várias categorias do romance popular, seja o policial/espionagem, sejam os romances “água- comaçúcar” voltados para o público feminino, assim como a outros produtos da Indústria Cultural, tais como as Histórias em Quadrinhos, as Telenovelas ou os filmes hollywoodianos, que também possuem seu próprio esquema. É só começarmos a analisar um pouco mais de perto esses produtos atuais da Indústria Cultural que conseguiremos perceber estruturas latentes que sempre se repetem, por mais que não queiramos assumir o fato.
A partir da década de 1970, Eco passa a tratar quase que exclusivamente da semiótica. Eco descobriu o termo “Semiótica” nos parágrafos finais do Ensaio sobre o Entendimento Humano (1690), de John Locke, ficando ligado à tradição anglo-saxónica da semiótica, e não à tradição da semiologia relacionada com o modelo linguístico de Saussure. Pode-se dizer, inclusive, que a teoria de Eco acerca da obra aberta é dependente da noção peirceana de semiose ilimitada. Nesta concepção do “sentido”, um texto será inteligível se o conjunto dos seus enunciados respeitar o saber associativo. Ao longo da década, e atravessando a década de 1980, Eco escreve importantes textos nos quais procura definir os limites da pesquisa semiótica, bem como fornecer uma nova compreensão da disciplina, segundo pressupostos buscados em filósofos como Kant e Peirce.São notáveis a coletânea de ensaios As formas do conteúdo (1971) e o livro de grande fôlego Tratado geral de semiótica (1975). Nesses textos, Eco sustenta que o código que nos serve de base para criar e interpretar as mais diversas mensagens de qualquer subcódigo (a literatura, o subcódigo do trânsito, as artes plásticas etc.) deve ser comparado a uma estrutura rizomática pluridimensional que dispõe os diversos sememas (ou unidades culturais) numa cadeia de liames que os mantêm unidos. Dessa forma, o Modelo Q (de Quillian) dipõe os sememas – as unidades mínimas de sentido – segundo uma lógica organizativa que, de certo modo, depende de uma pragmática. A sua noção de signo como enciclopédia é oriunda dessa concepção. Como conseqüência de seu interesse pela semiótica e em decorrência do seu anterior interesse pela estética, Eco, a partir de então, orienta seus trabalhos para o tema da cooperação interpretativa dos textos por parte dos leitores. Lector in fabula (1979) e Os limites da interpretação (1990) são marcos dessa produção, que tem como principal característica sustentar a idéia de que os textos são máquinas preguiçosas que necessitam a todo o momento da cooperação dos leitores. Dessa forma, Eco procura compreender quais são os aspectos mais relevantes que atuam durante a atividade interpretativa dos leitores, observando os mecanismos que engendram a cooperação interpretativa, ou seja, o “preenchimento” de sentido que o leitor faz do texto, procurando, ao mesmo tempo, definir os limites interpretativos a serem respeitados e os horizontes de expectativas gerados pelo próprio texto, em confronto com o contexto em que se insere o leitor. Além dessa carreira universitária, Eco ainda escreveu cinco romances, aclamados pela crítica e que o colocaram numa posição de destaque no cenário acadêmico e literário, uma vez que é um dos poucos autores que conciliam o trabalho teórico-crítico com produções artísticas, exercendo influência considerável nos dois âmbitos.

Retirado de http://ssrj-musica-livros.blogspot.com/
com excessão do trecho em destaque que faz parte de meu poligrafo de Sociologia Da Comunicação e alguns comentários de minha parte.

10 de Maio de 2008

Add comment Julho 1, 2008

08/05/2008

Add comment Julho 1, 2008

o cumulo do ridiculo da vida

o cumulo do ridiculo da vida
são as indiretas,
estou demindo-as
não as quero mais
em minha vida.

As indiretas são perigosas, fazem muito mal e sempre ou melhor nunca
são devidamente compreendidas.

Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Add comment Julho 1, 2008

Que quarta legal – “Vagabundagem” geral heheheh

Bem minha quarta começou tarde, meio- dia. Almocei com a minha filha, me arrumei, vi desenhos com, brinquei de casinha, essas coisas que se faz com os filhos.
De tarde sai, fui no boteco ver a amiga “D”, fui no ciee ve se recebo pelo estagio que fiz na secretaria de cultura, acho que sai hehehe, voltei pro boteco, a amiga “D” tava feliz, mas tava triste, sei bem como é. Ela tava ouvindo música ruim e deprê, então combinei com ela que amanha levarei Beatles, Vagner, Beethovem, Raul e Ventania para anima-la. Se quer ficar triste pelo menos se fique triste com música boa.
Saindo de lá passei na 24. Quase nenhum rosto conhecido. Também eram 18 horas. Fui ao Trovão. Lá encontrei o Amigo “V” fiquei lá rindo com a Penélope – MTV – Pouco depis chegou o amigo “E”. Fiquei mais umpouco e voltei ao boteco. Dei tchau a amiga “D” e ao amigo “M” e fui para a cesma encontrar o amigo “S”. Chegando lá encontrei o amigo “C”, conversei um pouco, assinei o livro de presenças e me dirigi a parte superior esquerda. Sentada a algum tempo lendo escritos do amigo “X” chega o amigo “R”, que senta-se ao meu lado. O amigo “R” queria saber como eu estava, o que contava de bom e claro de ruim. Eu sem saber o que responder disse to bem, então ele quiz saber o que se passava para que eu estivesse bem – certamente ele desejava ouvir que eu não lembrava mais de alguem – mas acabei por falar: Pergunte que eu respondo!
Então o amigo “R” ficou encabulado, pensando talvez que aquilo fosse uma cantada – não não era, eu sei ser bem mais original que isto – e acabou por pergunta meu nome completo – coisa que já sabe, pois já esta cansado de assinar meu nome na ata da Cesma – e mais algumas coisas que não me recordo. E~ntão acabei por dizer que estava bem, que agora não precisa mais ir a casa dele a meia-noite para entrar no msn para achar “pessoas”, pois tinha ganho um computador e agora podia incomodá-lo a madrugada toda. Disse ainda que estava feliz e que não perguntasse por que, pois não saberia responder. Passado alguns minutos, chega correndo com o casaco na mão o amigo “S”. Começa o comentário do fime. Hoje volta a Cesma um projeto que mostra curtas antes dos filmes principais. O curta de hoje foi Maracatu Maracatus. Curta bem legal com duração de 14 minutos.
O filme principal com o nome de amarelo manga é muito bom. Pelo o que o amigo “S” disse sobre o filme achei que teria mais cenas fortes. A falta de igienie e o desrepeito com os animais é bem marcante neste filme, onde as pessoas não deicham de se tratar como animais. Bem sobre esse filme já falei um pouco no texto ali em baixo então não vou me demorar muito nele.
Após terminar o filme como já é de costume, eu e o amigo “S” fomos a 24 tomar umas cevas. Lá estava a nossa espera a amiga “A” com um amigo “Q”. Bebemos, escutamos músicas boa no mp3, falamos besteiras. O amigo “Q” foi embora e chegou o amigo “Y”. Conversamos mais um pouco relembramos fatos bizarros como a briga no do vocalista do los hermanos com joao gordo no programa do ultimo e a briga de ambos num metro. Bizarro, adoro los hermanos mas o cara pediu. Liberdade de expressao tudo bem, mas tem que respeitar o gosto dos outros também né?
Bebemos mais e fomos embora.
Cheguei em casa fiquei fuçando na internet até as 3 da manha e fui durmir.Ô quarta-feira legal cheia de “vagabundagem” geral!!!!

07/05/08

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Amarelo Manga

hoje vi o filme amarelho manga
nossa!!!!!!!

é um fillme para se amar ou odiar.
Algumas cenas nao digo fortes, mas chocantes, cenas que mostram a pobresa e a vida de pessoas desesperadas e que nao esperam muito mais da vida.

Fiquei pasma com a cena onde num frigorifico (clandestino) matam uma vaca a golpes de faca na cabeça e depois a arastam para ser carniada.
Nossa e a gente come isso sem pensa da onde vem, sem pensa nos bichinhos.
Não vomitei pq não só de me abalar com senas fortes, mas ficou no pensamento
aquele pobre animal indefeso recebendo golpes na cabeça. Triste mesmo.

Um filme bem realista na minha opiniao. Se alguem puder veja – se ja nao viu – vai ser muito bom para conhecer a realidade de lugares onde – pelo menos eu – nunca antes estivemos. A realidade de pessoas desesperadas e que nao sabem o que fazer, que vivem o seu dia apos dia esperando – ou com medo – o dia da morte.

o filme trata tambem sobre adultério. Um cara que trai a mulher, mas diz que não vive sem ela. Quando a traição é descoberta, ele fica triste – ora triste – por perder a mulher de sua vida. Ela – a mulher traida- arranca a orelha da rival a mordidas e sai pelas ruas, ao encontrar um homem – que esta transtornado, por desejar uma mulher que o acha repugnante, e ter um estranho vicio de matar cadavers -vai para o quarto do hotel onde ele esta hospedado – que é uma espelunca, onde se passa a maior parte da história, também não vo conta todo o filne né? – e la se entrega a este homem e descobre que não é aquela mulher crente e morta por dentro como pensava ser.

Amem ou odeiem eu amei :)

07/05/08

Add comment Julho 1, 2008

Frases interessantes 2

“Se todo indivíduo para ser tido como ‘normal’ tem que crer em alguma religião, dogma ou crença, então não fugirei a regra: Minha Religião é a Ciência, minha Igreja é uma boa Biblioteca e os Profetas são os próprios Livros. Sendo assim, sou uma pessoa normal.”

achei esta frase em algum lugar.
Legal assino embaixo
não sei de quem é se alguem souber
avisa ae!!

05/05/08

Add comment Julho 1, 2008

Indio??

 Mukeka Di RatoO índio tá vestindo camisa escrito USA
O índio tá assistindo um seriado na TV
O índio tá aprendendo a violência na “telinha”
O índio tá usando a violência em você!
O que é o índio? Esse eu não sei!
Só conheço o Batman e o Superman!
I wanna speak Tupi Guarani!!!

Hoje vi uma reportagem sobre uma tribo indigena na Record.
Os indios estão tão modernihos, de bicicleta, com tv, som, roupas, nao falam quase seu idioma. As tribos da reportagem continuam com ocas em circulos – para proteção e controle – mas não é mais a mesma coisa. Índio jogando futebol.
Bah vão quere minha cabeça achando que to falando mal dos índios. Não é isso, é que acho tão legal a maneira dos índios – como era antes, bem antes – viverem. Se eles estão bem assim bom pra eles. Esta tribo é um pouco moderna, mas ainda tem seus costumes, suas festas, suas ocas. Mas fico pensando nas tripos que foram dizimadas lá na época do “descobrimento” do Brasil. Será que estas tribos não iriam preferir continuar no mato sem que fossem incomodadas? Ou iriam querer viver no meio dessa baderna que se chama modernidade? Vai sabe. Acho que iriam concordar comigo e fica no mato, eu só não vó pra lá pra bota um pouco de juizo na cabeça desa gente.

5  de maio de 2008

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Aqui você encontra…

Letras de músicas Link para baixar músicas Artigos sobre alguns filósofos e escritores em especial Nietzsche - claro que a maioria dos textos não são meus e os que são meus são malucos. Mais algumas coisas, agora nem lembro, mas principalmente alguns textos malucos. Como se eu escrevesse para mim mesma, para me lembrar de alguma coisa. Talvez de ter um pouco de juizo...

 

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