saudade

Saudade… como controlar? Como não sentir, não deixar demonstrar?

Saudade dos momentos… sóbrios ou não.

Quero escrever um poema, mas estou sóbria demais…

E se me embebedar, o poema sai?

Talvez, mas sai outra coisa também…

Mando o poema no inbox, aí fudeu …

deixa quieto que é melhor assim, eu fico com minha saudade até ela resolver ir embora…

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outubro 8, 2016 at 5:19 pm Deixe um comentário

O batismo de Mollit

“Batismo

Era um inverno frio e úmido, nesses dias Porto Alegre mais parece uma cidade saída dos contos do Edgar Alan Poe. O museu era o ultimo lugar onde alguém iria num dia desses. O zelador do lugar perdia-se nos livros pro tempo passar mais rápido, as traças ver por outra eram sua única companhia. O ambiente hostil chamou a atenção de uma transeunte, Joana resolveu entrar. Era uma morena de pele muito branca que fez o zelador supor que era a noite seu ambiente preferido. Pedro, o zelador, olhou melhor pra ela. Como não a reconheceu antes? Era a mesma mulher que anos antes teve uma noite maravilhosa, inesquecível. Antes dele falar algo ela pediu pelo banheiro, quando ela foi cumprimenta-la ela simplesmente colocou o dedo na frente de sua boca em sinal de silencio e disse: – Eu pedi pra você me levar no banheiro. Chegando lá, Joana arrastou-o pra dentro deu um beijo demorado calando-o completamente. Ela encostou-se na pia, levantou o vestido negro que vestia e guiou-o do mesmo modo que tinha feito num sonho que ele tivera tempos atrás. Ele atrapalhou-se com as calças, quase caiu. Mas o afobamento não acabou com seu tesão, seu pau estava duro como nunca e ele começava a penetra-la quando ela fez um gesto negativo com a cabeça. Aí não! ela disse. Quero te dar o cu primeiro. Pedro nem acreditou no que estava ouvindo, será que tudo isso era verdade? Ou apenas mais um sonho que termina abruptamente antes do fim. Quis aproveitar cada segundo daquilo, foi colocando devagarzinho, aos passo que o pau entrava no cuzinho dela via que seus lábios se mordiscavam e os gemidos aumentavam. Nesse dia ninguém entraria naquele museu, por isso não repreendeu ela, deixou que seus gemidos deixassem ainda mais gostoso aquele momento. Pedro não conseguiu aguentar muito tempo e ela notando seu ofegar disse: – Vai, pode gozar no meu cuzinho. Ele explodiu dentro dela, os gemidos misturavam-se no ar mudando aquele ambiente sombrio. Somente ai ele pode dizer suas primeiras palavras: – Se você quiser sua calcinha de volta vai ter que me obedecer agora. A partir daí ele tomou a dianteira da situação, que até então era toda dela. Pegou-a pela mão e a levou até o almoxarifado, as pernas de ambos estavam bambas e lá tinha um sofá onde poderiam descansar e beber um pouco de água. Quando Pedro sentou ao lado de Joana seu tesão reacendeu, com a calcinha na mão ainda ordenou-a que abrisse as pernas. Ela encostou-se no braço do sofá e ele de joelho, abriu suas pernas e começou a lamber a buceta dela bem devagarinho, aquele gostinho fez subir a temperatura, aumentou os movimentos e ficou assim até ela gozar na sua boca. Ficaram alguns minutos abraçados no sofá, mas ainda não era hora de Joana ter sua calcinha de volta. Pedro ordenou que ela tirasse o resto da roupa, ela obedeceu. Ele pegou uma capa vermelha e vestiu nela, colocou a calcinha vermelha que estava em sua mão e disse: – A partir de hoje você se chamará Mollit, a Chapeuzinho Vermelho, assim te batizo. Pedro levou Mollit pela mão para passear pelo museu, treparam muito, ele comeu ela em cada canto daquele deserto lugar nesse dia. E foi assim que nasceu Mollit, nossa heroína, que sacudirá nosso desejo e povoará a imaginação de quem vier ler isso.”

Este conto, assim o chamarei, não foi escrito por mim, foi idealizado em um sonho de um admirador de épocas atrás. Como me foi enviado e fala sobre o batismo de minha personagem me sinto a vontade para postá-lo. Aqui começo a contar os desejos mais profundos de Mollit. Um enredo que poderia virar um livro ou até mesmo um filme cheio de sexo, paixões, mágoas, traições, mentiras, possessão, encontros e desencontros.

setembro 7, 2016 at 1:00 am 1 comentário

Dia do sexo

Hoje é dia do sexo, um dia comum como qualquer outro não fosse alguém querer homenagear o sexo com um dia só para ele. Acho essas datas comerciais todas chatas, não deveria ter dia de nada, todo dia é dia de sexo e pronto. Mas aproveito este dia, já que ele existe, para compartilhar alguns escritos que nunca teria coragem de compartilhar em outro lugar que não fosse aqui.

Algum tempo atrás recebi um email e nele dizia:

“Sonhei que te vi de calcinha amarela, dai escrevi isso:

Calcinha amarela
te vi na janela
quem escreverr uma rima primeiro
fode a buceta dela

beijão”

Só que eu não tenho calcinha amarela e fiquei louca achando que realmente tinham me visto pela janela, eu passava ao lado do restaurante universitário espichando o pescoço para o terceiro andar do bloco 15 da casa do estudante para me assegurar que não dá para ver nada lá de baixo. É era só uma rima…

Existem vários textos, contos, poemas como este que eu tenho receio em publicar, mas já não me importo mais, publicarei tudo. Jajá posto o batismo de Mollit para mexer com os tesões neste dia do sexo…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

setembro 6, 2016 at 8:35 pm 1 comentário

Roda punk e hematomas

Roda punk é vida, seguido espalho essa frase por aí. Uns conhecem por roda punk, outros por polgo. Vamos polguear. Adoro entrar numa roda. Sábado a roda tava massa, hoje é segunda e eu ainda estou tentando me recuperar. Entre dores e hematomas tento seguir com a rotina e algumas pessoas me questionam sobre a necessidade e graça de entrar numa roda para sentir dor depois. Na real não era para ter dor e hematomas, mas sempre acontece e faz parte.

Esses são meus joelhos

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Não sei o motivo, mas na foto no celular s hematos são muito mais nítidos.

Não tenho ou não consigo pensar agora em bons argumentos para me defender. Talvez uma outra hora eu consiga colocar os pensamentos em ordem. Hoje eu só posso dizer que dói muito e essa dor é ótima, pois assim eu consigo sentir algo diferente. Cansei de sentir ódio e tristeza, sentir uma dor real, física me ajuda a me concentrar na dor e não canalizar tanto o resto. Hoje eu só queria alguém que me desse um abraço e me fizesse uma massagem e um pouco de cachaça. A cachaça eu já tenho, o resto já nem sei.

 

setembro 5, 2016 at 10:22 pm Deixe um comentário

Metáforas

Primeira postagem saindo dos rascunhos… Um livro que lerei novamente, sem dúvida.

Domingo, 8 de Junho de 2008

Tomas ainda não sabia que as metáforas são uma coisa perigosa. Com as metáforas não se brinca. O amor pode nascer de uma única metáfora.

A insustentável leveza do ser – Milan Kundera

junho 15, 2016 at 3:14 am Deixe um comentário

Lembranças do passado

Hoje ao receber um e-mail para moderação de comentário em uma postagem, voltei ao blog para aprovar o tal comentário e comecei a vasculhar as postagens. Muitas delas nem lembro que escrevi, outras parece-me que foram escritas ontem. E dentre estas que não me recordo encontrei dez postagens em rascunho que são interessantes, pelo menos para mim. Todas estão datadas ao final, pelo que me lembro coloquei data para não esquecer de quando foi escrito, pois não tinha intenção de publicar nada. Pois bem, hoje resolvi que vou publicar tudo, pois preciso lembrar um pouco de mim mesma. Preciso resgatar um eu que ficou perdido lá atrás. Não sei bem como, não bem o porquê, não sei bem quando, mas me perdi. Quando me dei conta já não lia, já não escrevia, já não vivia. Apenas sobrevivia. Por algum tempo me deixei enganar, pensando que era feliz apenas sendo mãe, mas isso não é verdade. Não consigo imaginar minha vida sem meus filhos, mas descobri que eu preciso fazer coisas que eu gosto, porque as mães também são seres humanos.

junho 15, 2016 at 3:08 am Deixe um comentário

Então ontem eu lembrei deste blog, depois da maternidade quase não voltei aqui, só queria saber de escrever sobre a nossa maternidade, nossa vida, nossa rotina, nossas conquistas e nossas frustrações também. Mas já faz um tempo que eu quero mudar de assunto,  ou não mudar, mas voltar a incluir outros assuntos que me interessam. Nunca mais escrevi um testão mandando um político tomar no cu, nunca mais escrevi bobagens que me arrependi de ter compartilhado, mas não apaguei. Nunca mais falei sobre filosofia, sobre a vida, sobre nada que não fosse a nossa maternidade. E eu sinto muita falta disso, mesmo que ninguém leia, afinal eu escrevo para mim, alguém lembra? Não! Ninguém leu. Mas enfim, eu já abandonei o outro blog mesmo, assim como eu havia abandonado este. Mudei até o nome do outro blog para tentar diversificar os assuntos. E o nome? Devaneios claro. Mas não resolveu eu já não sentia tesão em escrever, estava escrevendo por obrigação devido a parcerias com empresas. Acabei com as parcerias. Pronto, não preciso mais escrever por obrigação. Mas eu quero escrever, todos os dias eu formulo posts incríveis na minha mente, mas que não vai pra frente, simplesmente fica só na mente. É só pegar uma folha e uma caneta ou o computador que minha mente se esvazia, tudo some, vira fumaça. Nem sei como consegui escrever até aqui, mas que bom que consegui. Espero que não pare. Eu preciso falar mal sobre as escolas, eu preciso falar mal sobre o dia das mães, eu preciso falar mal sobre a maternidade, sim sobre a maternidade. Eu preciso reclamar de tudo o que eu não gosto e se alguém não concordar, simplesmente foda-se eu não te perguntei nada. Eu não posso mais fingir ser bela, recatada e do lar, pois a família e a sociedade me cobram isso. Não quero mais usar roupa social por obrigação ou pensar duas vezes antes de falar um palavão. Eu falo palavão sim, eu cuspo na rua, amo hardcore e por mim usaria só preto, mas sou obrigada a usar as roupas que me dão de presente e sempre é de tudo que é cor, menos preto. Mas também tem uns dias que a vontade de usar preto passa longe e eu quero usar outra coisa e eu odeio comentários do tipo ” olha quem ta usando um vestido florido” “ué tu não era punk?” Essa sociedade idiota acha que ser punk é não tomar banho, usar preto e falar palavrão. Hahahaha eu me divirto as custas dessa sociedade escrota. Fiquem com a escrotite de vocês que eu vou ficar com a minha. Ou não.

Que merda, não consigo pensar num título, mas título pra quê?

 

maio 8, 2016 at 6:49 pm Deixe um comentário

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Letras de músicas Link para baixar músicas Artigos sobre alguns filósofos e escritores em especial Nietzsche - claro que a maioria dos textos não são meus e os que são meus são malucos. Mais algumas coisas, agora nem lembro, mas principalmente alguns textos malucos. Como se eu escrevesse para mim mesma, para me lembrar de alguma coisa. Talvez de ter um pouco de juizo...
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